Mudamos ¯\_(ツ)_/¯

Moçadinha,

Rafael Mordente; Crítico de Pinto volta agora no websíttio http://satirismo.org

Mexer com vários tumblrs, como eu vinha tentando desde o ano passado, é uma merda. Não recomendo, não endosso, não encorajo.

Para tanto, conforme as novas diretrizes do alinhamento galático que ocorre no ano de 2012, decidi voltar para o Brasil e unificar essas perdas de tempo num lugar só.

Tudo que foi publicado aqui também está lá; e a partir de agora passará a ser publicado exclusivamente no Satirismo, onde também separei espaço para outros tumblrs meus menos conhecidos - porém igualmente idiotas.

Tá tudo lá, à direita, em “Colunas”.

Beijo no pinto,

- RM

Na boa: agora sou obrigado a guardar o diploma na gaveta pra falar da forma mais direta possível. Nada pessoal - é bom reforçar -, mas prepúcio é uma parada muito, muito, muito esquisita. Olha isso, cara. Olha isso.
Me traz lembranças de quando eu, ainda criança, tinha um desses e ele se fechava o tempo todo, transformando a hora de mijar num pesadelo de navalhas. Cada ida ao banheiro fazia do meu peruzinho um perfeito imitador do Dizzy Gillespie.
Sim. Sou circuncidado por azar; não por ter nascido com judaísmo. E olha que às vezes é difícil dizer a diferença.
A Wikipedia me diz que apenas 30% dos homens no mundo são circuncidados. Eu não sei se o prepúcio eventualmente recua um pouco na hora de usar a caceta, mas pelo visto alguns jamais se libertam do efeito burqa. 
Realmente… este pinto desafiou meus conceitos e habilitações como crítico. Olha isso, bicho. Mulher, quando vai pra cama com um desses, faz o que? Volta mentalmente pros passeios a cavalo no Hotel-Fazenda?
Sério mesmo, cara; olha isso. Parece um salgado de rodoviária.
Tem neguinho que não sabe brincar.
3/10

Na boa: agora sou obrigado a guardar o diploma na gaveta pra falar da forma mais direta possível. Nada pessoal - é bom reforçar -, mas prepúcio é uma parada muito, muito, muito esquisita. Olha isso, cara. Olha isso.

Me traz lembranças de quando eu, ainda criança, tinha um desses e ele se fechava o tempo todo, transformando a hora de mijar num pesadelo de navalhas. Cada ida ao banheiro fazia do meu peruzinho um perfeito imitador do Dizzy Gillespie.

Sim. Sou circuncidado por azar; não por ter nascido com judaísmo. E olha que às vezes é difícil dizer a diferença.

A Wikipedia me diz que apenas 30% dos homens no mundo são circuncidados. Eu não sei se o prepúcio eventualmente recua um pouco na hora de usar a caceta, mas pelo visto alguns jamais se libertam do efeito burqa. 

Realmente… este pinto desafiou meus conceitos e habilitações como crítico. Olha isso, bicho. Mulher, quando vai pra cama com um desses, faz o que? Volta mentalmente pros passeios a cavalo no Hotel-Fazenda?

Sério mesmo, cara; olha isso. Parece um salgado de rodoviária.

Tem neguinho que não sabe brincar.

3/10

Quando falamos de tradições e costumes, obviamente acabamos por falar de ética e moral. E é aí que as águas se dividem. Enquanto ambas as concepções podem ser tidas e percebidas tanto no individual quanto no coletivo, existe um âmbito de transição quando de diferentes perspectivas.
A esse âmbito que não tange nem a um, nem a outro, damos o nome de zona cinzenta da amoralidade. E foi isto o realizador deste pinto tentou exprimir aqui. Esmiucemos o processo:
1) Todo o ambiente no qual o pinto se encontra foi tingido de preto, definindo assim um ponto bem definido de convergência moral.
2) Apenas as mãos, os instrumentos-maiores e símbolos-chave da criação e da manipulação humana, foram deixados de fora. Não é à toa que são brancas, diga-se de passagem. A idéia é criar um contraste perfeito entre uma convergência de idéias e como elas são facilmente manipuladas quando tocadas pelo Homem Humano.
3) Ao combinar o branco e o preto, obtém-se o cinza. E é justamente aí que o pinto se encontra - na zona de transição entre um paradigma incontestável e a sua maleabilidade frente ao potencial criativo e manipulativo humano.
Obviamente, não há como determinar se existiu mesmo essa intenção; mas o fato que resiste à dúvida é a clareza da possibilidade de interpretação. E é para esse tipo de bobagem tais revelações que perco meu tempo ganho meu pão e bebo meu vinho.
8/10

Quando falamos de tradições e costumes, obviamente acabamos por falar de ética e moral. E é aí que as águas se dividem. Enquanto ambas as concepções podem ser tidas e percebidas tanto no individual quanto no coletivo, existe um âmbito de transição quando de diferentes perspectivas.

A esse âmbito que não tange nem a um, nem a outro, damos o nome de zona cinzenta da amoralidade. E foi isto o realizador deste pinto tentou exprimir aqui. Esmiucemos o processo:

1) Todo o ambiente no qual o pinto se encontra foi tingido de preto, definindo assim um ponto bem definido de convergência moral.

2) Apenas as mãos, os instrumentos-maiores e símbolos-chave da criação e da manipulação humana, foram deixados de fora. Não é à toa que são brancas, diga-se de passagem. A idéia é criar um contraste perfeito entre uma convergência de idéias e como elas são facilmente manipuladas quando tocadas pelo Homem Humano.

3) Ao combinar o branco e o preto, obtém-se o cinza. E é justamente aí que o pinto se encontra - na zona de transição entre um paradigma incontestável e a sua maleabilidade frente ao potencial criativo e manipulativo humano.

Obviamente, não há como determinar se existiu mesmo essa intenção; mas o fato que resiste à dúvida é a clareza da possibilidade de interpretação. E é para esse tipo de bobagem tais revelações que perco meu tempo ganho meu pão e bebo meu vinho.

8/10

Ora… se não é o nosso velho conhecido pinto militar! Aqui, mais adaptado aos tempos modernos em que vivemos; um de ironia hipster, explicitado tanto pelo contraste entre estampa de camuflagem e papel de parede de florzinhas; quanto pelo pirilau em posição de descanso - algo que certamente irritaria qualquer sargento bigodudo em busca de exprimir sua rigidez sobre o pelotão pelo qual se responsabiliza.
O detalhe das bolas amassadas na cintura deixa explícito um desejo do realizador por abandonar a repressão dos valores tradicionais e adotar uma postura mais cool, mais despojada. É com pesar que a tentativa cai por terra quando o pinto, acostumado à estrutura e disciplina de seu mundo anterior, percebe em profundidade o choque cultural ao qual se propôs em teoria.
Enfim, é como dizem… toda jornada rumo à libertação do pinto precisa de um primeiro passo - mesmo que isso leve a benga ao estado de barbante molhado. Boa tentativa, soldado!
6/10

Ora… se não é o nosso velho conhecido pinto militar! Aqui, mais adaptado aos tempos modernos em que vivemos; um de ironia hipster, explicitado tanto pelo contraste entre estampa de camuflagem e papel de parede de florzinhas; quanto pelo pirilau em posição de descanso - algo que certamente irritaria qualquer sargento bigodudo em busca de exprimir sua rigidez sobre o pelotão pelo qual se responsabiliza.

O detalhe das bolas amassadas na cintura deixa explícito um desejo do realizador por abandonar a repressão dos valores tradicionais e adotar uma postura mais cool, mais despojada. É com pesar que a tentativa cai por terra quando o pinto, acostumado à estrutura e disciplina de seu mundo anterior, percebe em profundidade o choque cultural ao qual se propôs em teoria.

Enfim, é como dizem… toda jornada rumo à libertação do pinto precisa de um primeiro passo - mesmo que isso leve a benga ao estado de barbante molhado. Boa tentativa, soldado!

6/10

Inicia-se mais uma temporada de pintos. Da mesma forma como começou; diga-se de passagem. Estava cá a me preparar para enrolar um cigarro de drogas injetáveis tabaco quando eis que, se não quando, sou presenteado com um brilhante season opener.
A perfeição estética deste pinto, aliada ao bom gosto fotográfico e luminotécnico, faz com que este blog ressurja das cinzas como uma fênix furta-cor que extrai de si o que há de tudo no mundo. Repare em como o enquadramento privilegia que a leitura do pinto seja ao mesmo tempo ocidentalizada sem prejudicar o composé.
Um pinto como este certamente me incentiva a terminar a manufatura do cigarro, para que pudesse compartilhar da vibração noir proposta por seu realizador. Simplesmente brilhante!
10/10

Inicia-se mais uma temporada de pintos. Da mesma forma como começou; diga-se de passagem. Estava cá a me preparar para enrolar um cigarro de drogas injetáveis tabaco quando eis que, se não quando, sou presenteado com um brilhante season opener.

A perfeição estética deste pinto, aliada ao bom gosto fotográfico e luminotécnico, faz com que este blog ressurja das cinzas como uma fênix furta-cor que extrai de si o que há de tudo no mundo. Repare em como o enquadramento privilegia que a leitura do pinto seja ao mesmo tempo ocidentalizada sem prejudicar o composé.

Um pinto como este certamente me incentiva a terminar a manufatura do cigarro, para que pudesse compartilhar da vibração noir proposta por seu realizador. Simplesmente brilhante!

10/10

CRIANÇAS,
- É isto que acontece quando você tira a sunga pra mijar no Ganges.
- É isto que acontece quando você esconde o celular na cueca.
- É isto que acontece quando você não dá esmola pra cigano.
- É isto que acontece quando você não lê o que assina no hospital.
Etc, etc, etc, etc, etc.
1/10

CRIANÇAS,

- É isto que acontece quando você tira a sunga pra mijar no Ganges.

- É isto que acontece quando você esconde o celular na cueca.

- É isto que acontece quando você não dá esmola pra cigano.

- É isto que acontece quando você não lê o que assina no hospital.

Etc, etc, etc, etc, etc.

1/10

O Dr. Rafael Mordente não se assusta fácil; que fiquem sabendo a partir de agora.
No entanto, o realizador deste pinto não mediu esforços para criar aquele que é o maior pesadelo deste tão afável crítico: um pinto militar.
Um pinto retrógrado, intolerante e cheio de raiva. Tão tenso e constrito que dá para contar as veias do saco, sempre tingido de vermelho-bronca. Um pinto que sente orgulho de coisas das quais jamais participou e não admite outro ponto de vista. Um pinto de mente tão fechada que somente os mais perversos atos podem satisfazer a luxúria doentia que jaz sob o frágil manto da rigidez disciplinar e dos cortes de cabelo ridículos.
9/10

O Dr. Rafael Mordente não se assusta fácil; que fiquem sabendo a partir de agora.

No entanto, o realizador deste pinto não mediu esforços para criar aquele que é o maior pesadelo deste tão afável crítico: um pinto militar.

Um pinto retrógrado, intolerante e cheio de raiva. Tão tenso e constrito que dá para contar as veias do saco, sempre tingido de vermelho-bronca. Um pinto que sente orgulho de coisas das quais jamais participou e não admite outro ponto de vista. Um pinto de mente tão fechada que somente os mais perversos atos podem satisfazer a luxúria doentia que jaz sob o frágil manto da rigidez disciplinar e dos cortes de cabelo ridículos.

9/10

É impressionante como algumas obras de surrealismo realmente abrem nossos olhos diante de uma nova noção do que é realidade.
Quando imaginávamos que um dia os mamilos de alguém estariam tão próximos do pinto? Que tipo de mente concebe ilusões tão incríveis? Quando poderíamos imaginar que um pinto poderia ser tocado por completo apenas com as pontas dos dedos? É um novo limite ao qual temos de nos adaptar.
7.5/10

É impressionante como algumas obras de surrealismo realmente abrem nossos olhos diante de uma nova noção do que é realidade.

Quando imaginávamos que um dia os mamilos de alguém estariam tão próximos do pinto? Que tipo de mente concebe ilusões tão incríveis? Quando poderíamos imaginar que um pinto poderia ser tocado por completo apenas com as pontas dos dedos? É um novo limite ao qual temos de nos adaptar.

7.5/10

Veja bem: quanto tempo leva um camundongo para escapar do interior de uma nécessaire de praia antes de morrer sufocado?
Antes de começar nesta profissão, havia jurado que jamais criticaria um pinto de snuff. O sadismo de aprisionar até a morte um peruzinho visivelmente louco por liberdade é algo que deveria cortar não apenas o meu, mas o coração de todos.
Até mesmo algo abrangente como a arte deve ter limites.
2/10

Veja bem: quanto tempo leva um camundongo para escapar do interior de uma nécessaire de praia antes de morrer sufocado?

Antes de começar nesta profissão, havia jurado que jamais criticaria um pinto de snuff. O sadismo de aprisionar até a morte um peruzinho visivelmente louco por liberdade é algo que deveria cortar não apenas o meu, mas o coração de todos.

Até mesmo algo abrangente como a arte deve ter limites.

2/10

Tim Burton chegou aos pintos do mainstream. A irreverência e jovialidade das cores em saturação - aliados ao tema dark que permeia todo o contexto - transformam pintos outrora melhor apreciados com a luz apagada em peças sensíveis e com certa elegância.
Dá para ver que o realizador é preocupado com minúcias; especialmente no momento em que o mindinho toca gentilmente a fronteira do corpo com a bolsa. É como se dissesse: “debaixo deste pinto também bate um coração”. Brilhante.

8.5/10

Tim Burton chegou aos pintos do mainstream. A irreverência e jovialidade das cores em saturação - aliados ao tema dark que permeia todo o contexto - transformam pintos outrora melhor apreciados com a luz apagada em peças sensíveis e com certa elegância.

Dá para ver que o realizador é preocupado com minúcias; especialmente no momento em que o mindinho toca gentilmente a fronteira do corpo com a bolsa. É como se dissesse: “debaixo deste pinto também bate um coração”. Brilhante.

8.5/10